três elefantes correm, eu fico ouvindo os passos calmos no meu quarto, o ecoar me grita ao escuro breu de fim de noite.
dentes de leão roçam meus joelhos e a escuridão é quebrada pelos dentes que a lua mostra como cumprimento. o meu peso é aliviado por todo líquido deixado a esmo no chão do cômodo.
mãos de dedos finos e cheios de pó branco alucinógeno que se limpam aos poucos enquanto caminha sobre a parede cor de hospital - o verde doença que te enoja aos poucos por lembrar do cheiro do éter e ver seringas com sangue velho em sua mente.
crânios irregulares, deformados, sangue e alegria. tão opostos e juntos pelo mesmo motivo: prazer;
e no encontro de duas paredes, na aresta de seu limite havia alguém que encostado comia o próprio corpo.
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